Connect with us

Guia Sou Mais

Para ficar igual a ‘alien’, homem retira dois dedos

Publicado

em

Fãs, muitas vezes, são rotulados como ‘loucos’ pela maioria das pessoas, pois são capazes de fazer coisas absurdas e sem noção consideradas pelos outros para, ao menos, ter um vislumbre do ídolo. Há também aqueles que passam dos limites em suas transformações e acabam se tornando algo bizarro.

Foi o caso do francês Anthony Loffredo, de 33 anos, conhecido nas redes sociais pelo seu projeto “Alien Negro”. O homem realizou uma série de modificação no corpo para ficar parecido com a criatura extraterreste: amputou o dedo mínimo e o anelar da mão esquerda.

No ano passado, ele removeu as orelhas e parte dos lábios. Visitou em Barcelona, na Espanha, o conceituado modificador Oscar Márquez para também retirar o nariz e ficar apenas com os dois buracos, esse procedimento é conhecido como rinotomia.

Tatuagens por todo o corpo e piercings também compõem a caracterização. “Eu seguindo na minha paz interior”, disse o francês em um vídeo no Instagram ao mostrar a última modificação.

Continuar Leitura
Clique para deixar um comentário

Deixe seu comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Guia Sou Mais

Olavistas querem que Igreja Católica canonize guru bolsonarista

Publicado

em

Está sendo feita nas redes sociais uma campanha para canonização pela Igreja Católica do guru bolsonarista Olavo de Carvalho, que morreu na madrugada da segunda-feira passada (24/1), nos Estados Unidos, onde residia desde desde 2005.

Olavo, que era antivacina, contra o uso de máscaras e quarentena para enfrentamento da pandemia de COVID-19 – que já matou no Brasil mais de 620 mil pessoas e, no mundo, mais de 5 milhões –, foi diagnosticado com a doença no último dia 16. De acordo com o médico que o assistiu, ele morreu de insuficiência respiratória.

No perfil de Italo Marsili, descrito como escritor e psiquiatra, parte o apelo para que as pessoas enviem relatos sobre “conversão ou retorno da esperança que envolva o Olavo” para o e-mail criado com essa finalidade: causaolavo@gmail.com.

Para Marsili, “o espírito santo, sem dúvida, utilizou a vida do professor Olavo para tocar as nossas”. De acordo com o olavista, “uma multidão de almas voltou para a fé e para a igreja através dele (Olavo de Carvalho)”.

Segundo ele, em publicação nos stories, mais de 3 mil relatos teriam chegado. Muitas pessoas dizendo que se converteram ao catolicismo por meio de Olavo de Carvalho. Alguns chegaram a perguntar a Marsili se ele não estaria exagerando. E a resposta foi: “De verdade. Não sei”. E disse que tinha em mãos 2.906 relatos e que isso não poderia ser desprezado.

Continuar Leitura

Guia Sou Mais

Ministério Público Federal prepara cerco ao Telegram e sinaliza que pode bloquear serviço

Publicado

em

A falta de interesse demonstrada pelo programador russo Pavel Durov, criador do Telegram, em dialogar com o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Luís Roberto Barroso, acendeu o sinal de alerta entre os procuradores do Ministério Público Federal (MPF) de São Paulo que conduzem um inquérito civil público sobre desinformação e mentiras veiculadas em redes sociais. Ao Estadão, membros da instituição disseram que a plataforma pode vir a ser alvo de medidas judiciais de curto prazo e, em último caso, suspensão temporária no País.

Como mostrou o Estadão, o grupo envolvido nas investigações quer impedir a propaganda eleitoral em serviços de trocas de mensagens, como o Telegram. No dia 6 de janeiro, o procurador regional Yuri Corrêa da Luz, responsável pelo inquérito, oficiou o Twitter com pedidos de informações a respeito dos canais de denúncia de notícias falsas na plataforma, que até aquele momento não estavam disponíveis no Brasil.

Dois dias antes de responder ao MPF, a rede social adotou a caixa de queixas de desinformação, já existente em países como os Estados Unidos. A mesma medida de requisição de respostas foi adotada em relação às outras empresas com operação no País.

Conforme as respostas das plataformas aos ofícios chegaram ao MPF na semana passada, o Telegram se distanciou das negociações sobre moderação de conteúdo, entrando na mira das autoridades no País. Para os membros da Procuradoria de São Paulo ouvidos pelo Estadão, trata-se de um sinal claro de que a empresa não vai colaborar e que, portanto, será preciso “adotar qualquer providência necessária neste contexto”.

Um dos integrantes da cúpula responsável pela investigação afirmou que medidas mais brandas e de longo prazo, como a celebração de acordos, estão descartadas em relação ao Telegram. Para ele, as alternativas disponíveis em relação ao aplicativo são escassas ou até mesmo inviáveis, porque a jurisdição brasileira não alcança a plataforma, justamente por não possuir escritório no País. Diante disso, a suspensão do funcionamento do aplicativo no território nacional é vista como uma medida exequível em caso de esgotamento das possibilidades de negociação, embora seja considerada extrema por especialistas.

“O problema é que, neste caso do Telegram, nós não estamos falando de uma postura em defesa de usuários. No caso do TSE, não foram solicitados dados de usuários, mas sim um ‘cafezinho’. Ele (Barroso) está pedindo para sentar e conversar, e isso não está sendo atendido. No caso do MPF, tampouco estamos pedindo dados. Solicitamos informações como o relatório de transparência. Não há perseguição de usuários”, afirmou o procurador Yuri Luz.

Continuar Leitura

Guia Sou Mais

Noiva ganha indenização por comprar vestido e não receber a tempo

Publicado

em

Uma moradora de Mairinque (SP) foi indenizada após ganhar na Justiça, em segunda instância, um processo por danos morais pela não entrega do vestido de noiva comprado pela internet. O depósito de R$ 23 mil foi realizado no começo de janeiro.

Segundo a sentença, a noiva entrou com a ação depois que comprou o vestido por meio da plataforma de vendas em 1 de julho de 2018. No entanto, o produto não foi entregue na data combinada. A solução foi organizar uma “vaquinha” entre os parentes, às pressas, para o aluguel de um novo modelo.

No anúncio havia a descrição de que o produto era feito sob medida e com prazo de 70 a 90 dias para entrega. Contudo, perto da data combinada, a vendedora teria informado que uma funcionária havia queimado uma parte do vestido.

Quando faltavam 15 dias para a festa, a noiva conseguiu alugar outro modelo por R$ 3.700. O Mercado Livre chegou a recorrer da decisão em 1ª instância e alegou nos autos que oferece espaço no site para que as pessoas anunciem e que “os vendedores não são seus prepostos” – pessoas que agem em nome de uma empresa.

Continuar Leitura

Em alta