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Política

Ciro vai aumentar direitos trabalhistas se for eleito

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Caso Ciro Gomes seja eleito presidente no ano que vem, as mudanças recentes na legislação trabalhista brasileira poderão ser revertidas. É o que promete o cacique nacional do PDT, Carlos Lupi em vídeos nas redes sociais.

O partido irá perseguir o modelo original da CLT criada por Getúlio Vargas, com a carteira de trabalho, o décimo terceiro salário, as férias remuneradas e a organização sindical pro trabalhador.

O governo temer ainda em 2017 alterou mais de cem itens da Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT) dentre as medidas mais predatórias estão: a implantação do trabalho intermitente a terceirização irrestrita, permitiu que o negociado prevaleça sobre o legislado – ou seja, o trabalhador negocia com seu patrão em vez de ter seus direitos assegurados, na prática isso acabou com o acesso à Justiça trabalhista.

Com a falsa promessa de ser uma “vacina” contra a diminuição da oferta de vagas, a proposta de reforma atendeu a interesses do mercado financeiro e dos empresários, segundo o analista político Marcos Verlaine, do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap).

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Política

Relembre o legado e a história de Leonel Brizola, que completaria 100 anos

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Nascido a 22 de janeiro de 1922, Leonel de Moura Brizola foi um dos maiores líderes nacionalistas do Brasil até sua morte, em 21 de junho de 2004, aos 82 anos, no Rio de Janeiro. Foi o primeiro e até agora único político brasileiro eleito pelo povo a governar dois estados diferentes, o Rio Grande do Sul (1959-1963) e o Rio de Janeiro (1983-1987 e 1991-1994). Foi considerado herdeiro político de Getúlio Vargas e João Goulart. Por toda a vida, Brizola defendeu a educação, a reforma agrária e a distribuição de renda. “Precisamos inundar o país de consciências esclarecidas”, dizia.

Brizola nasceu no povoado de Cruzinha, que pertenceu ao município de Passo Fundo (RS) até 1931, e hoje está na jurisdição do município de Carazinho. Filho de camponeses, teve infância e adolescência pobres, tendo que estudar e trabalhar ao mesmo tempo. Seu pai, José de Oliveira Brizola era lavrador e morreu lutando na Revolução Federalista de 1923. Foi alfabetizado pela mãe, Onívia de Moura Brizola.

Em 1939, Brizola formou-se técnico rural. Trabalhou como graxeiro em refinaria de Gravataí (RS). Mudou-se para Porto Alegre em 1940, trabalhando no serviço de parques e jardins da prefeitura. Em 1949, graduou-se engenheiro civil pela Universidade do Rio Grande do Sul, profissão que nunca exerceu. Simpatizante de Getúlio Vargas, entrou no Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) em 1945 – ano da fundação do partido por Vargas – e foi eleito deputado estadual pela legenda em 1947.

Em março de 1950, Brizola casou-se com Neusa Goulart, irmã do então deputado estadual João Goulart. O próprio Vargas foi padrinho do casamento. Também em 1950, Brizola foi reeleito deputado estadual. Já em outubro de 1954, foi eleito deputado federal, tomou posse em 55, mas em outubro do mesmo ano foi eleito prefeito de Porto Alegre.

Brizola ganhou a eleição para o governo gaúcho em 1958 e, durante sua gestão, criou a Caixa Econômica Estadual, a Aços Finos Piratini e a Companhia Riograndense de Telecomunicações. Construiu mais de 5.800 escolas primárias,275 escolas técnicas e 131 ginásios e escolas normais.

Em meados dos anos 1960 Brizola mudou-se para o Rio de Janeiro. E, em 1962, foi eleito deputado federal pelo estado da Guanabara. Viveu no exílio depois do golpe militar brasileiro de 1964. Exilou-se de 64 a 77 no Uruguai, sendo expulso do país por pressão da ditadura brasileira, e continuou o exílio nos Estados Unidos, retornando ao Brasil apenas em 1979, com a Lei da Anistia. No retorno, perdeu o direito de usar a legenda PTB e fundou, em maio de 1980, o Partido Democrático Trabalhista (PDT), pelo qual foi eleito governador do Rio de Janeiro em 1983.

Como governador do Rio criou os Centros Integrados de Educação Pública (Cieps), e, em 1983, iniciou a construção, com projeto de Oscar Niemeyer, da Passarela do Samba Professor Darcy Ribeiro, o Sambódromo. Em 1984, apoiou a campanha pelas eleições diretas para a Presidência da República, que ficou conhecida como Diretas-Já.

Em 1989 ficou em terceiro lugar nas primeiras eleições diretas para a Presidência da República após a ditadura, apoiando o candidato Luiz Inácio Lula da Silva no segundo turno. Durante essa eleição, criou o apelido “filhote da ditadura” para Paulo Maluf e “sapo barbudo” para Lula, que também disputavam o pleito.

Em 1990, é novamente eleito governador do Rio de Janeiro. Em 93, criou a Universidade Estadual do Norte Fluminense. Disputou a Presidência da República novamente em 1994, tendo como vice Darcy Ribeiro, mas teve fraco desempenho na eleição. Em 1998, foi candidato a vice-presidente na chapa de Luiz Inácio Lula da Silva. Foi também vice-presidente da Internacional Socialista.

Neusa Brizola faleceu em 1993 e, nos últimos dez anos da vida de Brizola, sua companheira foi Marília Martins Pinheiro.

Agência Senado

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Política

“Sou rebelde porque me recuso a perder a esperança” PDT lança Ciro Gomes à Presidência da República

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Durante a convenção nacional do PDT, realizada nesta sexta-feira (21), Ciro Gomes foi oficializado como o pré-candidato do partido à Presidência da República em 2022. O evento foi realizado em Brasília e transmitido pela internet, e contou com a presença de líderes importantes do PDT.

No início da convenção, o presidente nacional do partido, Carlos Lupi, afirmou que a pré-candidatura de Ciro Gomes ao Planalto foi aprovada por unanimidade entre os partidários. Um vídeo institucional também foi apresentado, revelando o slogan da campanha presidencial: “Rebeldia da Esperança”.

No primeiro pronunciamento como pré-candidato, que durou cerca de uma hora, Ciro deu o tom que pautará sua campanha. Afirmando ser uma alternativa eleitoral ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e ao presidente Jair Bolsonaro (PL), o pedetista afirmou que os dois “impuseram um tipo de governança que tem um conchavo, a fisiologia e a corrupção como eixos”.

Vamos, minhas irmãs e meus irmãos, colocar nossa pátria de pé, em um grande movimento de rebeldia e esperança!

Vamos arrancar a pedra de gelo que parte do Brasil ainda tem no peito e transformá-la em água para dar de beber a quem tem sede de vida e de justiça.

“Darei até a última gota de meu suor, de meu sangue, da minha energia nesta missão histórica! Sou rebelde porque me recuso a perder a esperança. Tenho esperança porque sou rebelde. É assim, juntos e iguais que vamos mudar o Brasil. Que Deus nos abençoe, que Deus abençoe o Brasil.” enfatizou em um discurso emocionado.

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Política

Vereador Wederson Lopes surge como nome forte para Deputado Estadual por Anápolis e região.

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Pré candidato a Deputado Estadual o vereador wederson Lopes tem mantido contato com diversas lideranças pelo Estado e segundo informações ele será o candidato oficial do Ministério Luz para os Povos que já teve como deputado por dois mandatos Simeyzon Silveira que abriu mão da candidatura para apoia lo no pleito de 2022.

Wederson Lopes se destacou principalmente na cidade de Anápolis após ganhar três eleições para Vereador.

Nascido e criado em Anápolis, Wederson Lopes é casado com Luana e pai de Tiago e Daniel.
Formou-se em Engenharia Civil pela UEG em 1999. Está na igreja Luz para os Povos desde 2000, onde foi ordenado ao pastorado com sua esposa em 2005.

Iniciou seu trabalho político eleitoral em 2007. Foi candidato ao cargo de vereador em 2008. Ficou como segundo suplente, com 1.214 votos.
Em 2011 filiou-se ao PSC e foi eleito vereador no ano seguinte, com 1.875 votos. Nas eleições de 2016 ficou como primeiro suplente. Foi convidado pelo prefeito Roberto Naves para assumir a diretoria de Habitação, Licenciamento e Planejamento Urbano. Em sua gestão foram criados a Certidão de Uso do Solo on line e o Alvará de Construção on line.
Em função de seu desempenho satisfatório à frente da diretoria, foi convidado pelo prefeito a assumir a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Habitação e Planejamento Urbano.

Após o falecimento da vereadora Wilma Rodrigues e com a possibilidade de assumir a titularidade da cadeira na Câmara Municipal, decidiu se licenciar para continuar como secretário. Implantou em Anápolis o programa ‘Adote uma praça’. Revitalizou diversas praças e parques, entre eles o Parque da Vila Jaiara.
Ao final de 2018, com o sentimento de dever cumprido, retornou à Câmara Municipal.

Assumiu a posição de líder do prefeito e a presidência da Comissão de Urbanismo, Obras, Transportes, Serviços Urbanos e Meio Ambiente. Nesta função promove a atualização do Plano Diretor, Lei de Parcelamento do Solo, Código de Edificações e Código Ambiental.
Como vereador teve aprovado o projeto que criou a emenda impositiva; a lei que estabelece preferência a idosos, gestantes e deficientes no transporte coletivo; a tradução em libras nos eventos públicos municipais; a obrigatoriedade de carrinhos adaptados nos supermercados para deficientes; entre outros.

Em seu primeiro mandato criou a primeira Frente Parlamentar da história da Câmara Municipal. A frente tratava de políticas públicas sobre drogas.

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