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Anápolis

Anápolis é a única cidade goiana a receber nota máxima do ICMS Ecológico Estadual

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Após passar o prazo de recursos para as prefeituras de todo o Estado apresentarem as documentações sobre o ICMS Ecológico para a Secretaria de Estado de Meio Ambiente Sustentável, sai o ranking estadual, premiação que nada mais é do que um reconhecimento das boas práticas ecológicas realizadas em cada município. Anápolis leva o primeiro lugar com louvor, gabaritando o questionário e convertendo cerca de R$ 3,5 milhões para os cofres públicos.

Dos 246 municípios do Estado, 184 participaram da avaliação. A nota máxima, alcançada somente por Anápolis, é nove. Outras 14 cidades atingiram nota oito: Buritinópolis, Daminanápolis, Divinópolis de Goiás, Goiatuba, Santo Antônio da Barra, Mairipotaba, Rianápolis, Uruaçu, Indiara, Cumari, Cocalzinho de Goiás, Nerópolis, Campo Alegre de Goiás e Caldazinha. Na Região Metropolitana, Aparecida de Goiânia, por exemplo, somou nota sete e Rio Verde, no Sudoeste do Estado, nota seis.

Entre os critérios estão: ações de gerenciamento de resíduos sólidos (inclusive hospitalar e da construção civil), educação ambiental, execução de programas de risco de queimadas, conservação do solo e biodiversidade, proteção de mananciais, identificação de fontes de poluição sonora ou visual e existência de legislação sobre a política municipal de meio ambiente. “É com muito orgulho que recebemos esse resultado e sabendo que sempre podemos e vamos melhorar em relação às questões ambientais”, diz o secretário do Meio Ambiente, Habitação e Planejamento Urbano, Mauro Douglas Ribeiro.

Tradição

Essa está longe de ser a primeira vez que Anápolis é referência na área ambiental. Em 2019, ganhou o prêmio Destaque em Gestão Ambiental Municipal da Associação Municipal de Órgãos Municipais de Meio Ambiente (Anamma) e, no mesmo ano, foi a única cidade do País convidada a participar de um dos congressos mais relevantes sobre biodiversidade e sustentabilidade do mundo – o Global Platform for SustainableCities –, promovido pelo Banco Mundial. O município ainda deu início à segunda etapa, este ano, da parceria com a Agência Alemã de Cooperação Internacional (GIZ) para o “desenvolvimento de soluções sustentáveis no sistema de áreas verdes de Anápolis” – consolidando o destaque nacional, já que foi uma das seis cidades do País a participar do projeto-piloto.

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Anápolis

Jibóia foi capturada pelo Corpo de Bombeiros em Anápolis

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Uma cobra jiboia foi resgatada por Bombeiros da 2ª Companhia Independente de Busca e Salvamento (CIBM). A captura do animal silvestre aconteceu na tarde de quarta-feira (26) em uma residência no setor Anexo Itamaraty, em Anápolis.

A jiboia estava no quintal do imóvel. Ao notar a presença do animal, um morador acionou o 193. “Por não apresentar lesão aparente, a cobra foi solta em uma área de mata”, diz o corpo de Bombeiros. O tamanho da serpente não foi divulgado.

Muitas pessoas acreditam que a jiboia é venenosa. Há até mesmo uma crença de que ela é venenosa durante alguns meses do ano. No entanto, isso não é verdade, pois as jiboias não apresentam glândulas de veneno, nem dentes inoculadores.

Ela é considerada a segunda maior espécie do território nacional, ficando atrás apenas da sucuri. Essas serpentes são muito temidas pelo seu grande porte.

Com informações do Mais Anápolis

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Anápolis

Fundo Municipal de Cultura (FMC) de Anápolis, que conta com o investimento de 900 mil reais

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A riqueza da produção musical para além das tendências em voga por grandes gravadoras e marcas é um dos focos do investimento do Fundo Municipal de Cultura (FMC) de Anápolis, que conta com o investimento de 900 mil reais e está com inscrições abertas até o próximo dia 11 de fevereiro. Com o mecanismo de fomento, artistas anapolinos têm oportunidades de produção e difusão de seus trabalhos, além de contribuir com o desenvolvimento da música e dos músicos locais. O FMC é da Prefeitura de Anápolis, por meio da Secretaria Municipal de Integração Social, Esporte e Cultura.

“Entregar este trabalho é muito gratificante, é a vontade de projetar a música autoral anapolina para cada vez mais longe”, aposta o músico Luccas Sena, de 22 anos, já contemplado com recursos do Fundo. Ele circulou desde 2017 com a banda anapolina Velho Cerrado, de estilo ligado ao rock independente, percorrendo festivais e casas artísticas segmentados em cidades de Goiás e Rio Grande do Sul. Após um ciclo apresentando-se em grupo, Luccas segue para um novo momento em sua caminhada artística: um trabalho solo. O EP “Algumas cenas e outras coisas” tem cinco músicas e, no contexto atual da difusão fonográfica, será disponibilizado em plataformas digitais como o Spotify e Youtube.

Desde 2015, Flávio Roberto, 31 anos, tem desenvolvido interpretações de blues e soul brasileiro em mostras musicais, bares e restaurantes, dentro e fora de Anápolis. Ele conta com trabalhos autorais, mas sua maior atuação é na interpretação de temas emblemáticos nacionais e internacionais. Junto à baterista Ingrid Bahia e o baixista Lineu Lucas, tem se apresentado como Flavio Robbie Trio. Através do edital do FMC 2020, tiveram a oportunidade de apresentar um projeto, no último mês de novembro, com lives pelas redes sociais e uma oficina sobre o processo de criação do grupo. “Baseado na principal forma de difusão do trabalho musical, ampliamos uma apresentação que seria em um lugar físico para nível global, ou seja, pessoas de qualquer lugar do mundo assistiram e poderão ter acesso a estes shows temáticos”, explica Flávio.

Grupos, duplas ou artistas solo como Zé Franco, Maryzu Braga, Lauro Almeida e outros músicos conhecidos localmente já foram contemplados pelo FMC difundindo seus trabalhos. “Ninguém melhor que o artista para saber os rumos a serem tomados para que sua arte seja promissora e quando é dada a oportunidade para avançar, o ganho é de toda a comunidade e da classe cultural”, aponta a secretária de Integração Social, Esporte e Cultura, Andréa Lins. Os formatos de projetos disponibilizados para o Fundo ofereceram diferentes elementos da cadeia musical para projetar a música local, como também gerar intercâmbios com artistas vindos de outras localidades. São estes elementos os festivais, gravações de álbuns, produção de videoclipes, circulação, oficinas, entre outros.

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Anápolis

Escolas Municipais de Anápolis retornam com aulas presenciais para 37 mil estudantes

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Os 37 mil estudantes das escolas e Cmeis do município retornaram às aulas nesta segunda-feira, 24, de forma 100% presencial, obedecendo todas as medidas de segurança, como uso de máscara, álcool em gel, distanciamento físico e o avanço da vacinação infantil. Enquanto professores e demais profissionais da educação davam boas-vindas aos pequenos, uma equipe da Companhia Municipal de Trânsito, Transportes e Serviços Urbanos (CMTT) realizou ação da campanha Trânsito Seguro nas Escolas, com intuito de conscientizar toda a comunidade escolar sobre a importância do respeito às leis de trânsito e fazer uma volta às aulas mais segura.

A professora Amanda Cristina acredita que o retorno em formato 100% presencial é muito importante, principalmente para fortalecer a aprendizagem. “O contato direto com o professor e com os colegas faz toda a diferença na aprendizagem do aluno, porque a escola não é só transmissão de conteúdo, como também local de interação, troca de conhecimento e de experiência”, afirma a pedagoga.

Manuela Araújo, estudante do 5° ano da Escola Municipal Luiz Carlos Bizinotto, não conseguiu conter a felicidade em estar de volta à escola. “Eu gostei muito de encontrar meus amigos e professores. Estava com saudade de assistir aula na escola e brincar nesse espaço tão gostoso”, conta a aluna.

Para Eerizania de Freitas, secretária municipal de Educação, o primeiro dia letivo do ano de 2022, com o retorno de 100% dos estudantes às aulas presenciais, é motivo de celebração. “Sabemos que um dos impactos causados pela pandemia são os prejuízos no processo de ensino, portanto, esse é o momento de sanarmos perdas e avançarmos em qualidade”, ressalta a secretária, que aponta as estratégias que têm sido adotadas como o programa Educa Anápolis, a criação do Núcleo de Alfabetização e o repasse do recurso de mais de R$ 900 mil pelo Programa de Autonomia das Instituições Educacionais (Pafie).

As escolas também foram palco para ações de educação no trânsito. “Com essa iniciativa, buscamos formar cidadãos mais conscientes e responsáveis, pois acreditamos que crianças que recebem educação no trânsito não somente terão menor probabilidade de sofrer algum tipo de acidente, como também se tornarão adultos responsáveis e com conhecimento das leis”, explica a gerente de Educação no Trânsito, Yasmini Gama.

A campanha foi aprovada pelo senhor Carmo Roberto Soares da Silva, 55 anos, avô do estudante Miguel Ângelo da Silva Franco, 10 anos, que levou o neto de carro para a escola. “É uma excelente iniciativa da equipe da CMTT de estar periodicamente nas escolas fazendo esse trabalho de orientação.” Ele ressaltou ainda que o neto sempre chama sua atenção quando não para na faixa de pedestre ou ultrapassa o sinal vermelho.

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