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Na Etiópia os homens barrigudos são referenciados como heróis

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Segundo pesquisa realizada no Reino Unido, publicada no jornal Extra, “três a cada quatro mulheres preferem os barrigudos aos sarados. 95% população feminina acham que caras obcecados em malhar são chatos durante encontros.

Para as entrevistadas, é muito provável que um homem sarado fique reparando nos defeitos do corpo feminino quando uma mulher fica nua na frente dele. Dessa forma, a pesquisa concluiu que os efeitos da aparência física sobre o desejo sexual são bem maiores para elas do que para eles.”

Existe uma tribo na Etiópia que referencia fortemente os homens barrigudinhos, você sabia disso?

Nessa região africana habitada pela tribo Me’en, em um ambiente remoto do vale do Omo, quanto maior for a circunferência da barriga de um homem, mais prestígio ele tem diante de sua comunidade.

Segundo o fotógrafo que fez os registros do estilo de vida da tribo, em entrevista ao jornal Daily Mail, conta que “toda criança quer ser um dos homens gordos”. Ele ainda conta que lá os barrigudinhos são tratados como herois por conta do seu peso elevado.

Na tribo existe um ritual chamado de cerimônia do Ka’el que é realizada todo mês de Junho e que as famílias precisam indicar seis meses antes um homem solteiro para a competição que escolhe o homem mais gordo da tribo. A dieta seguida até o dia da competição é baseada em sangue e leite de vaca.

Eles ingerem cerca de 2 litros de leite misturado ao sangue, além de ficarem isolados e sem relações sexuais até a data da competição. Os alimentos para a dieta são levados pelas mulheres.

Segundo o fotógrafo, “os homens gordos bebem leite e sangue o dia inteiro. Alguns ficam tão gordos que não conseguem nem andar mais. As vacas são sagradas para a tribo Bodi para que não sejam mortas. O sangue é tomado fazendo um buraco em uma veia com uma lança ou um machado, e depois disso, eles fecham com barro. Os homens gordos bebem leite e sangue o dia todo.

A primeira bacia de sangue é bebida ao nascer do sol. O lugar é invadido por moscas. O homem deve beber rapidamente antes de coagular, mas alguns não podem beber tudo e vomitá-lo. No dia em si, os homens cobrem seus corpos com argila e cinzas antes de sair de suas cabanas para a caminhada até o local onde a cerimônia terá lugar.”

Mas depois que o homem mais gordo da tribo é escolhido, a cerimônia é encerrada com uma vaca sendo abatida por meio de uma grande pedra sagrada.

Em seguida, os anciãos da aldeia fazem uma análise do sangue do boi para ver se o futuro da aldeia será brilhante ou não. Depois que o ka’el acaba, os homens começam a perder as barrigas que conquistaram com muito leite e sangue misturados e se tornam os herois da tribo e tempos depois a geração seguinte é preparada para o ritual que dará início a um novo ciclo de herois.

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Britânico é primeiro do mundo a ganhar prótese ocular impressa em 3D

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Steve Verze, engenheiro de 47 anos, de Hackney, fez o implante no Moorfields Eye Hospital, em Londres, para colocar a prótese no olho.

“Desde os 20 anos eu precisava de uma prótese de olho, e sempre me senti constrangido”, disse Verze.

Quando saía de casa, muitas vezes dava uma segunda olhada no espelho e não gostava do que via. Este novo olho está fantástico e, por ser baseado na tecnologia de impressão digital 3D, só vai ficar melhor e melhor.”

O Hospital informou à imprensa que trata-se da primeira prótese ocular totalmente digital criada para um paciente. A cirurgia foi na última quinta-feira, 25.

Alta definição

“Um olho impresso em 3D é uma verdadeira biomímica e uma prótese mais realista, com definição mais clara e profundidade real para a pupila”, explicou o hospital em um comunicado à imprensa .

“Ao contrário dos métodos tradicionais, ele usa varreduras do olho em vez de um molde invasivo da órbita do olho, tão difícil para as crianças que podem precisar de uma anestesia geral”.

O processo de produção também é muito mais rápido do que os olhos protéticos de acrílico tradicionais, que são pintados à mão e podem levar meses para serem concluídos.

Animados com o resultado

O professor Mandeep Sagoo, chefe clínico do projeto no Moorfields Eye Hospital e professor de oftalmologia e oncologia ocular na University College London, disse estar “animado” com o potencial do novo método de desenvolvimento.

“Esperamos que o próximo ensaio clínico nos forneça evidências robustas sobre o valor desta nova tecnologia, mostrando a diferença que faz para os pacientes. Ela tem claramente o potencial de reduzir as listas de espera”, disse Sagoo.

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Mulher dá à luz aos 50 anos após mais de uma década de infertilidade

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Mais de uma década. Foi este o tempo necessário para que Susie e Tony Troxler, de 50 e 61 anos, pudessem receber a primeira filha nos braços.

Pela primeira vez, o casal vai celebrar o Dia de Ação de Graças, 25 de novembro, com o seu maior desejo: a filha.

Lily Antonia Troxler nasceu no estado norte-americano da Carolina do Norte no dia 29 de setembro de 2021, 13 anos depois de Susie e Tony se casarem e terem começado a sua jornada para engravidar.

O casal acreditava que conceberia naturalmente e sabia pouco sobre tratamentos de fertilidade. “Quando nos casamos, simplesmente presumimos que íamos engravidar, mas isso não aconteceu”, disse Susie ao jornal ABC News. “Somos muito antiquados e, quando crescemos, ninguém falava ou discutia FIV [fertilização in vitro]”, acrescenta.

Essa mentalidade mudou há cerca de três anos quando decidiram recorrer a este tipo de tratamento, após 10 anos sem conseguir engravidar naturalmente.

Após Susie ser examinada, foram-lhe diagnosticados miomas, que geralmente são tumores musculares benignos que crescem na parede do útero. Estes costumam ser mais comuns em mulheres na faixa etária dos 40 e 50 anos e, por isso, Susie tinha maior dificuldade em engravidar.

Em janeiro de 2019, submeteu-se a uma cirurgia para remover os miomas. Foi aí que o casal recebeu a notícia de que não conseguiram ter um bebê de forma tradicional, tanto por causa da idade de Susie quanto por questões de saúde de Tony.

O casal iniciou assim um ciclo de vários tratamentos de fertilização in vitro. Posteriormente, optaram por doação de óvulos por não conseguirem um embrião viável. A pandemia veio travar a luta deste casal e em fevereiro deste ano, o casal decidiu experimentar o último embrião viável, um embrião congelado, que consideraram ser sua última hipótese.

Esta última oportunidade foi bem sucedida e o casal não pode estar mais feliz. “Acredito que as crianças vêm quando devem vir, independentemente da idade dos pais. Ela é o nosso bebê milagre”, disse a recém-mamãe.

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Lembra do bebê da Indonésia que fumava 40 cigarros por dia? Saiba como ele está atualmente

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Viralizou nas redes sociais em 2010, foto de Ardi Rizal, uma bebê nascido na Indonésia que escandalizou o mundo ao aparecer em um vídeo fumando um cigarro após o outro. Descobriu-se, então, que o pequeno começou a fumar aos 18 meses quando o pai deu seu primeiro cigarro e aos 2 anos já fumava quase 40 cigarros por dia. Vale lembrar que na Indonésia, o vício em nicotina atinge pelo menos 1 pessoa da família.

Preocupado com a saúde do menino, que tinha crises de abstinência graves, e as imagens desastrosas que viralizaram, o governo indonésio decidiu enviar Ardi e os pais para a reabilitação em 2012. A iniciativa foi bem sucedida, ele parou de fumar. Mas, criou outro problema: o vício em comida, principalmente junkie-food. Aos 5 anos, ele pesava 24 kg e aos 6 anos 30 kg.

Ardi sofreu com a obesidade infantil e teve que passar por um novo tratamento de reeducação alimentar com acompanhamento de uma nutricionista para perder os quilos extras. Ele que consumia três latas de leite condensado por dia, estava restrito a uma dieta que consistia em peixe fresco, frutas e vegetais.

Hoje, 11 depois de passar por dois tratamentos, Ardi é uma criança saudável de 11 anos que foca nos estudos e brincadeiras com amigos em seu tempo livre.

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