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Mulher é desconvidada de casamento após ficar mais bonita que a noiva

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Em uma cerimônia de casamento, todos os olhos estão (ou devem estar) voltados para o noivo e, principalmente, a noiva. Mas uma mulher prestes à casar levou essa ideia longe demais ao simplesmente desconvidar uma amiga ao perceber que ela ficou “muito linda” no vestido que ela usaria na cerimônia.

A “eliminada” foi a modelo Alena Yildiz, que mora na Alemanha. Em vídeo no TikTok, ela explicou o que aconteceu.

“Minha amiga íntima me desconvidou do casamento dela porque ela achou que eu ficaria muito bem com o vestido que ela escolheu para mim”, começou. “Mas ainda deu tempo de tirar algumas fotos com o look”, disse a jovem de 21 anos.

O vestido sem alças em questão é feito de lantejoulas brilhantes com um fundo de cor nude. Mas o grande problema, na visão da noiva, era o decote, que saltava, principalmente quando Alena se inclinava.

Desde que foi compartilhado no início desta semana, o vídeo de Alena foi visto mais de 5 milhões de vezes e os espectadores ficaram surpresos com as ações da noiva.

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Combustíveis: Estados mantêm ICMS congelado por mais 60 dias

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Para conter as altas nos preços dos combustíveis, 21 governadores confirmaram nesta quarta (26) o congelamento do ICMS sobre álcool, gasolina e diesel por mais 60 dias.

O efeito será sobre o chamado PMPF, que é o preço médio ponderado ao consumidor final, parte do cálculo do ICMS aplicável sobre os combustíveis.

Ele já estava suspenso desde 10 de novembro e terá seu término em 31 de janeiro de 2022.

Agora, porém, os governadores do Amapá, Amazonas, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Sergipe, confirmaram a suspensão do ICMS.

Numa carta aberta, assinada pelos 21 governadores dos Estados citados, o texto diz:

“Com o fim da observação do consenso e a concomitante atualização da base de cálculo dos preços dos combustíveis, atualmente lastreada no valor internacional do barril de petróleo, consideram imprescindível a prorrogação do referido congelamento pelos próximos 60 dias, até que soluções estruturais para a estabilização dos preços desses insumos sejam estabelecidas (…)”.

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Olavistas querem que Igreja Católica canonize guru bolsonarista

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Está sendo feita nas redes sociais uma campanha para canonização pela Igreja Católica do guru bolsonarista Olavo de Carvalho, que morreu na madrugada da segunda-feira passada (24/1), nos Estados Unidos, onde residia desde desde 2005.

Olavo, que era antivacina, contra o uso de máscaras e quarentena para enfrentamento da pandemia de COVID-19 – que já matou no Brasil mais de 620 mil pessoas e, no mundo, mais de 5 milhões –, foi diagnosticado com a doença no último dia 16. De acordo com o médico que o assistiu, ele morreu de insuficiência respiratória.

No perfil de Italo Marsili, descrito como escritor e psiquiatra, parte o apelo para que as pessoas enviem relatos sobre “conversão ou retorno da esperança que envolva o Olavo” para o e-mail criado com essa finalidade: causaolavo@gmail.com.

Para Marsili, “o espírito santo, sem dúvida, utilizou a vida do professor Olavo para tocar as nossas”. De acordo com o olavista, “uma multidão de almas voltou para a fé e para a igreja através dele (Olavo de Carvalho)”.

Segundo ele, em publicação nos stories, mais de 3 mil relatos teriam chegado. Muitas pessoas dizendo que se converteram ao catolicismo por meio de Olavo de Carvalho. Alguns chegaram a perguntar a Marsili se ele não estaria exagerando. E a resposta foi: “De verdade. Não sei”. E disse que tinha em mãos 2.906 relatos e que isso não poderia ser desprezado.

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Ministério Público Federal prepara cerco ao Telegram e sinaliza que pode bloquear serviço

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A falta de interesse demonstrada pelo programador russo Pavel Durov, criador do Telegram, em dialogar com o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Luís Roberto Barroso, acendeu o sinal de alerta entre os procuradores do Ministério Público Federal (MPF) de São Paulo que conduzem um inquérito civil público sobre desinformação e mentiras veiculadas em redes sociais. Ao Estadão, membros da instituição disseram que a plataforma pode vir a ser alvo de medidas judiciais de curto prazo e, em último caso, suspensão temporária no País.

Como mostrou o Estadão, o grupo envolvido nas investigações quer impedir a propaganda eleitoral em serviços de trocas de mensagens, como o Telegram. No dia 6 de janeiro, o procurador regional Yuri Corrêa da Luz, responsável pelo inquérito, oficiou o Twitter com pedidos de informações a respeito dos canais de denúncia de notícias falsas na plataforma, que até aquele momento não estavam disponíveis no Brasil.

Dois dias antes de responder ao MPF, a rede social adotou a caixa de queixas de desinformação, já existente em países como os Estados Unidos. A mesma medida de requisição de respostas foi adotada em relação às outras empresas com operação no País.

Conforme as respostas das plataformas aos ofícios chegaram ao MPF na semana passada, o Telegram se distanciou das negociações sobre moderação de conteúdo, entrando na mira das autoridades no País. Para os membros da Procuradoria de São Paulo ouvidos pelo Estadão, trata-se de um sinal claro de que a empresa não vai colaborar e que, portanto, será preciso “adotar qualquer providência necessária neste contexto”.

Um dos integrantes da cúpula responsável pela investigação afirmou que medidas mais brandas e de longo prazo, como a celebração de acordos, estão descartadas em relação ao Telegram. Para ele, as alternativas disponíveis em relação ao aplicativo são escassas ou até mesmo inviáveis, porque a jurisdição brasileira não alcança a plataforma, justamente por não possuir escritório no País. Diante disso, a suspensão do funcionamento do aplicativo no território nacional é vista como uma medida exequível em caso de esgotamento das possibilidades de negociação, embora seja considerada extrema por especialistas.

“O problema é que, neste caso do Telegram, nós não estamos falando de uma postura em defesa de usuários. No caso do TSE, não foram solicitados dados de usuários, mas sim um ‘cafezinho’. Ele (Barroso) está pedindo para sentar e conversar, e isso não está sendo atendido. No caso do MPF, tampouco estamos pedindo dados. Solicitamos informações como o relatório de transparência. Não há perseguição de usuários”, afirmou o procurador Yuri Luz.

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