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Cultura

Mãe diz assistir a vídeos pornô com os filhos para ensiná-los sobre sexo

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Uma popular cantora indonésia causou polêmica no país após afirmar que assiste regularmente a vídeos pornográficos com seus dois filhos adolescentes para educá-los sobre sexo. A revelação de Wahyu Setyaning Budi, de 49 anos, também conhecida como Yuni Shara, foi feita em entrevista com a YouTuber Venna Melinda.

No papo, a cantora disse que se recusa a ser “antiquada” e assiste a pornografia em uma tentativa de ensinar Cavin Obrient Salomo Siahaan e Cello Obient Siahaan sobre o que fazer e não fazer no sexo na vida real

“Os meus filhos também têm a mente aberta. É impossível para nossos filhos hoje em dia não assistirem a pornografia”, disse ela, que tem 4,8 milhões de seguidores no Instagram, conforme reportagem no “Sun”.

Nas redes sociais, a estratégia parental foi atacada e chamada de “assustadora” e “bizarra”. Porém, de acordo com a psicóloga Agstried Piether, a atitude da cantora não pode ser repreendida:

“Quando observamos crianças assistindo a filmes pornográficos, não importa o quão desconfortável seja a situação, nunca devemos ficar com raiva, porque eles farão isso de novo em segredo. Por meio dessas discussões, os pais podem fornecer educação sexual factual com base nos seus conhecimentos, e não com base em filmes pornô”, afirmou ela, de acordo com o site local “Antara”

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Cultura

‘Serotonina’ de João Donato traz alegria impensável para hoje

A canção integra a safra de dez inéditas presentes no álbum “Serotonina”, que ele lançou na quinta-f…

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LEONARDO LICHOTE
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A Terra de João Donato não é plana. É o que ele testemunha nos versos “Balanço do mar, ritmado com o ar/ Órbita circular do planeta”, de “Órbita”. A canção integra a safra de dez inéditas presentes no álbum “Serotonina”, que ele lançou na quinta-feira (11) nas plataformas –e leva aos palcos no dia 21, na Casa Natura Musical.

Donato, porém, vai além de reafirmar a certeza da forma circular –da Terra, da vida, da música, como cravam suas melodias, quase sempre de poucas notas que giram em torno de um eixo. Suas composições têm algo de desafio da gravidade, numa fantasia quase infantil, que se torna real ao se materializar no piano. “Serotonina” é, nesse sentido, a celebração de uma alegria pura, química e natural (como o nome sugere), de uma leveza flutuante quase impensável neste 2022.

Não é um acaso, portanto, que o universo donatiano esteja representado fielmente nos versos das nove canções (a faixa-título é a única instrumental), mesmo elas tendo sido entregues a letristas tão diferentes: a forrozeira Anastácia, os poetas arrudA e Jorge Andrade, Maurício Pereira, Rodrigo Amarante, Felipe Cordeiro, Céu e o produtor do disco, Ronaldo Evangelista, autor das letras de três músicas, entre elas a citada “Órbita”.

Ideias como “sonho”, “mar”, “azul”, “doce”, “simples”, por exemplo, além do campo semântico que as cercam, aparecem em mais de uma canção. Ou seja, são quase reflexos do que sai das teclas acústicas e elétricas (Rhodes, clavinet, Multivox e piano) e do canto suave e cheio de ar de Donato.

O “Brindar tim-tim/ Tocar tom-tom” de “Azul Royal” (de Donato e Pereira) ecoa o neologismo “Bonsbons” (da canção de Donato e Evangelista). Esta, por sua vez, atua na mesma língua –com duplo sentido– de “Doce de Amora” (Donato e arrudA), em seu paladar de açúcar, alegria química, serotonina. Assim como também é sensorial o “cheiro de Pará” de “Eu Gosto de Você” (de Donato, Cordeiro e Andrade).
Há mais o que se puxar do diálogo das letras neste que é o primeiro disco solo de canções inéditas do artista em 20 anos –já que “Donato Elétrico”, de 2016, era instrumental, e “Síntese do Lance”, de 2021, é dividido com Jards Macalé.

Composta por Donato e Anastácia, que a cantam em dueto, “Simbora” abre o disco num convite de amor feito à musa e, por que não, ao ouvinte. Sua letra traz “carinho” e “abraço” em forma de baião, enquanto “Eu Gosto de Você” oferece “mão na mão” e “cafuné”.

Da mesma forma, a “Estrela do Mar” (da parceria de Donato e Amarante) e a “rosa em botão” de “Floriu” (Donato e Céu, que participa da gravação) se espelham como síntese da beleza que dá sentido ao planeta Donato.

As letras, portanto, giram numa órbita em torno do compositor e de sua música. Música que ele apresenta ao lado de um time de instrumentistas mais jovens, satélites do pianista e compositor de joviais 88 anos.

Estão ali, entre outros, Zé Nigro (contrabaixo), Thiago França (flautas), Douglas Antunes (trombone) e Sergio Machado (bateria). Nos arranjos, há reverência à linguagem que Donato construiu e segue construindo. Mas há respeito também à vitalidade e inventividade que cada um deles –o mestre, inclusive– carrega em si.
Os arranjos de sopro, concebidos pelo pianista (a exceção é “Eu Gosto de Você”, que Douglas Antunes fez a partir das ideias do compositor), trazem essa vitalidade de forma mais brilhante. A alegria, no entanto, atravessa todo o disco: em Donato dobrando no canto o desenho que faz nas teclas em “Doce de Amora”; na cadência do híbrido de baião e funk de “Floriu”; nos solos do artista carregados de surpresa mesmo quando são variações mínimas da melodia central; no prazer sereno de “Serotonina”. Última do álbum, a faixa se encerra com a fala de Donato: “Serotonizou, hein?”. Mesma síntese leve que ele mostra em música.

SEROTONINA * * * * *
Onde Disponível nas plataformas de streaming
Autor João Donato
Direção Ronaldo Evangelista
Gravadora Sete Mares/ Natura Musical

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Cultura

Eduardo Giannetti é o novo imortal da Academia Brasileira de Letras

A cerimônia aconteceu no Petit Trianon, o palacete sede da Academia Brasileira de Letras, no Centro …

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O escritor, professor e economista Eduardo Giannetti tomou posse nesta sexta-feira como o mais novo imortal da Academia Brasileira de Letras. Giannetti ocupa a Cadeira 2, sucedendo ao filósofo e professor Tarcísio Padilha, que faleceu no ano passado.

A cerimônia aconteceu no Petit Trianon, o palacete sede da Academia Brasileira de Letras, no Centro da cidade do Rio de Janeiro.

Ao chegar para a cerimônia, Gianetti falou sobre a honra de participar da Academia.

Mineiro, de Belo Horizonte, Gianetti, que tem 65 anos, foi eleito para integrar a Academia em dezembro de 2021. Além do renome na economia, também é referência em temas como ética e filosofia.

Venceu por duas vezes o Prêmio Jabuti, um dos mais importantes da cena literária do país: a primeira, em 1994, com Vícios privados, benefícios públicos?, livro em que busca a resposta para questões que envolvem as relações entre ética e economia; e, a segunda, em 1995, pela publicação As partes & o todo, também sobre economia.

Em 2004, foi vencedor do prêmio Economista do Ano, concedido pela Ordem que reúne profissionais da área em São Paulo. É também autor de diversos outros livros e artigos, alguns deles traduzidos para outros idiomas.  

Eduardo Giannetti também é assessor do partido político Rede Sustentabilidade, sendo o responsável por elaborar os planos econômicos de Marina Silva para as campanhas presidenciais de 2010, 2014 e 2018.

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Cultura

Demanda por livros de Salman Rushdie sobem após ataque a escritor

Até o início da tarde, quando saíram as primeiras notícias do ataque sofrido por Rushdie, o romance …

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JOANA CUNHA
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Após o ataque ao autor anglo-indiano Salman Rushdie nesta sexta-feira (12), o livro “Os Versos Satânicos” se tornou a obra com maior crescimento de demanda na Amazon Brasil.
Até o início da tarde, quando saíram as primeiras notícias do ataque sofrido por Rushdie, o romance publicado em 1988 ocupava a posição 28.742 no site da varejista.

A obra, considerada ofensiva a Maomé em sua publicação foi o marco da perseguição sofrida por Rushdie.

No Brasil, “Os Versos Satânicos” foi publicado pela primeira vez em 1998 pela Companhia das Letras, editora que segue com os direitos da obra.

Outro título do autor, “Os Filhos da Meia-Noite”, de 1980, aparece em segundo lugar no ranking da Amazon dos livros com maior aceleração na procura.
Joana Cunha com Paulo Ricardo Martins e Diego Felix

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