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Política

Gustavo Mendanha prepara “grande encontro da oposição”

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Principal nome que promete antagonizar com o governador Ronaldo Caiado (DEM) nas eleições de 2022, o prefeito de Aparecida, Gustavo Mendanha (ex-MDB), vai à Quirinópolis no próximo final de semana em um “grande encontro da oposição”. O ex-emedebista tem articulado em viagens no interior do estado fortalecer uma possível pré-candidatura ao Governo de Goiás, apesar de ainda não cravá-la.

“Eu acho que é uma missão que todos temos de ter principalmente no momento de retomada na política e no mundo empresarial. Precisamos buscar apaziguar. Eu busco a paz sempre principalmente com pessoas que convergem com o mesmo pensamento”, ponderou ao jornal Diario de Goiás.

Gustavo Mendanha pontuou que conseguiu reunir um time de políticos para articular como será a oposição em Goiás e o próprio classificou como “grande encontro”. “E nesse sentido tanto o Gilmar, grande líder, quatro mandatos como prefeito de Quirinópolis… O Paulo [Cezar Martins] que é deputado, cinco mandatos, grande líder da região. Conseguimos de fato, fazer uma união para fazer um grande encontro das oposições que vai contar com vereadores que não são ligados a nenhum dos lados. Vai ser não só um encontro suprapartidário com várias frentes que não só contará com líderes de Quirinópolis mas de toda a região”, destacou.

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Política

‘Eu vou ganhar a presidência da República, espera só para você ver’ afirma Ciro Gomes

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Presidenciável pelo PDT, ex-ministro Ciro Gomes, avaliou como ‘momentânea’ a queda nas intenções de voto e a perda da 3ª colocação nas pesquisas eleitorais desde a entrada de Sergio Moro (Podemos) na disputa. Em Portugal para participar de compromissos de pré-campanha, o pedetista avaliou o momento da corrida eleitoral ao site Sputinik Brasil.

Para ele, com a aproximação das eleições em outubro de 2022, seu eleitorado voltará a crescer ao perceberem que o ex-juiz é muito pior que o atual presidente.

“Pesquisa é retrato do momento, e a vida não é retrato, a vida é filme. O nível de atenção ao assunto eleições é nenhum no tempo presente. Portanto, elas tendem a revelar muito mais notoriedade do que adesão consolidada a essa ou àquela candidatura. E a notoriedade, no caso brasileiro, é uma variável da exposição da mídia, especialmente televisiva”, destacou Ciro sobre as pesquisas.

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Política

Ciro vai aumentar direitos trabalhistas se for eleito

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Caso Ciro Gomes seja eleito presidente no ano que vem, as mudanças recentes na legislação trabalhista brasileira poderão ser revertidas. É o que promete o cacique nacional do PDT, Carlos Lupi em vídeos nas redes sociais.

O partido irá perseguir o modelo original da CLT criada por Getúlio Vargas, com a carteira de trabalho, o décimo terceiro salário, as férias remuneradas e a organização sindical pro trabalhador.

O governo temer ainda em 2017 alterou mais de cem itens da Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT) dentre as medidas mais predatórias estão: a implantação do trabalho intermitente a terceirização irrestrita, permitiu que o negociado prevaleça sobre o legislado – ou seja, o trabalhador negocia com seu patrão em vez de ter seus direitos assegurados, na prática isso acabou com o acesso à Justiça trabalhista.

Com a falsa promessa de ser uma “vacina” contra a diminuição da oferta de vagas, a proposta de reforma atendeu a interesses do mercado financeiro e dos empresários, segundo o analista político Marcos Verlaine, do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap).

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Política

Ciro Gomes reforça debate sobre país e não sobre nomes

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O ex-ministro do Desenvolvimento Regional Ciro Gomes, também pré-candidato à presidência da República em 2022 pelo PDT, afirmou em entrevista à CNN nesta quinta-feira (18) que vê uma “antecipação de campanha impressionantemente calorosa” em relação a nomes que pretendem disputar o Palácio do Planalto no próximo ano.

No entanto, para ele, mas ainda faltaria debate sobre “os problemas mais graves da história do Brasil”.

“Há uma uma antecipação de campanha apenas sob ponto de vista de pesquisas [eleitorais] e nomes. O que deveríamos estar fazendo era debater os problemas brasileiros, os mais graves da historia do país”, disse.

Ciro Gomes, que apareceu em 4º lugar na pesquisa eleitoral Genial/Quest, divulgada em 10 de novembro, com 6% das intenções de voto, avalia que cerca de cinco nomes devem sair definitivamente como pré-candidatos até o fim de julho de 2022, quando é dado o prazo final para as definições dos nomes.

Na avaliação do ex-governador, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) está se “desmoralizando pela crise econômica, moral e de saúde publica” conforme as pesquisas mostram que cerca de “75% a 80% do povo brasileiro busca alternativas”.

Neste cenário, questionado sobre a recente filiação do ex-ministro da Justiça Sergio Moro ao Podemos e uma possível pré-candidatura da parte dele, Ciro Gomes avaliou que o ex-juiz da Lava Jato não deve “resistir” ao período de pré-campanha pela falta de experiência no mundo político.

“Qual é a proposta que ele tem? Qual compreensão do drama social brasileiro, do desemprego, da informalidade, da queda da renda, inflação?”, disse Ciro.

“Não é possível que vamos aceitar que um cidadão como Moro venha para o processo político explorando a justa angústia que o povo brasileiro tem contra a corrupção”.

Ciro também criticou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que ainda não se lançou oficialmente como pré-candidato mas é o nome do PT que desponta nas intenções de voto.

“Eu considero que a tragédia Bolsonaro foi produto da tragédia econômica e moral da generalização da corrupção que o Lula impôs ao Brasil”, disse o ex-ministro.

Apesar disso, Ciro afirmou que possíveis alianças regionais entre o PDT e o PT ainda estão passíveis de acontecer, já que “jamais aconteceu de uma aliança nacional se replicar de forma homogênea”, mas ponderou que “é preciso colocar uma linha clara de cortes” entre os projetos.

Questionado sobre como faria, caso eleito, para governar e aprovar pautas no Congresso em meio às possíveis divisões de bancadas, Ciro afirmou que tem intenção de propor um “novo pacto federativo” e “reformas nos primeiros 6 meses de governo”.

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