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Celebridades

Claudia Leitte é chamada de genocida no Twitter após show em São Paulo

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O nome de Claudia Leitte, 41, ficou entre os assuntos mais comentados do Twitter no Brasil neste domingo (28). No entanto, a causa não foi positiva, a hashtag #ClaudiaLeitteGenocida teve destaque um dia após a cantora apresentar o trio elétrico Blow Out, no estacionamento do Espaço das Américas, em São Paulo.

O Instagram da cantora informou neste sábado (27) que o show respeitaria os cuidados para conter proliferação da Covid-19. “Evento realizado com limitação de público, exigência de comprovante de vacina e outras exigências sanitárias estabelecidas pela secretaria de saúde de São Paulo”, dizia a publicação com uma foto de Leitte pronta para subir no trio.

As imagens do bloco da cantora, porém, contrastavam com a informação, já que era possível ver uma grande aglomeração formada por pessoas sem máscaras, o que não é permitido na capital paulista. A previsão é que a população possa abdicar do item em ambientes abertos somente a partir do dia 11 de dezembro.

Entre elogios de famosos como Giovanna Antonelli, Susana Vieira e Fabiana Karla começaram a surgir críticas de internautas. “Ué, achei que ainda estávamos em pandemia”, escreveu uma. “Primeiro um stories com máscara nos bastidores, pra depois aglomerar enfim a hipocrisia”, falou outra.

No Twitter os comentários condenando a atitude da cantora ganharam força. “O show da Claudia Leitte ontem em SP já pode ser considerado como o marco do retorno à normalidade? Ou, para as igrejas e escolas, o distanciamento e as máscaras continuam?”, perguntou um.

Já outro internauta questionou a seletividade dos ataques. “A tag ‘Claudia Leitte Genocida” nos trends, mas não vi ninguém subindo essa tag pra atacar outros cantores que já estão fazendo vários shows com mega aglomeração, um monte de macho fazendo isso e ninguém fala nada!!! Parem de ser hipócritas, seus m**s”, esbravejou.

Outro relembrou que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), já se aglomerava no auge da pandemia e muitos dos que estavam criticando a cantora pela apresentação não disseram nada. “Festa da Claudia Leitte com exigência de comprovante de vacinação não pode, mas o Bolsonaro aglomerar em época que nem vacina tinha pode né? Hipocrisia da p**, bolsominions são burros e incoerentes. Governo de m**”.

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Tampar o umbigo: entenda o ritual usado por Jade Picon no ‘BBB 22’

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Segundo o portal “Personare”, a prática de tampar o umbigo é uma superstição muito antiga, que muitas pessoas fazem como um pequeno ritual de proteção.

De acordo com a crença, tampar o “chakra umbilical” repele e evita a absorção de energias negativas.

— O chakra do plexo solar ou Manipura fica acima do nosso umbigo e nada mais é do que o centro da nossa energia mística, esse ponto é extremamente poderoso porque quando ele é afetado ele desalinha os outros chakras também, afetando o nosso equilíbrio físico, mental e espiritual — explica a espiritualista Juliana Viveiros, da Plataforma iQuilibrio.

Ela recomenda tampar o umbigo antes de uma situação ou encontro emocionalmente desgastante, utilizando esparadrapo, gaze ou com a própria mão. Mas alerta que a práitca precisa ser feita com cuidado:

— Não faça isso por muito tempo porque o excesso também pode provocar o desequilíbrio dos outros chakras. Pense assim: você tampa seu nariz e boca para mergulhar na piscina, ao sair da água, se você mantiver tampado vai acabar sufocando. Também funciona assim quando você isola um de seus chakras por muito tempo — completa Juliana.

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Dono de celular do hit de Gusttavo Lima recebe avalanche de mensagens

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Um verso da música “Bloqueado”, lançamento do cantor sertanejo Gusttavo Lima, menciona um número de celular, ao contar a história do sujeito que, numa mesa de bar, pensa em ligar para sua ex e matar a saudade. “9912-5003/ Olha eu recaindo outra vez”, diz a letra.

O número mencionado, quando associado ao DDD de Goiás, pertence ao empresário Carlos Henrique Faria, que passou a receber milhares de ligações por dia.

Morador de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, o dono da linha diz que o aparelho nem consegue carregar direito, porque a bateria é consumida pelas chamadas ou mensagens em sequência.

“O celular vibra, recebe ligações de WhatsApp. E isso gasta. O meu é DDD de Goiânia, mas talvez tenha alguém, em outro lugar, com o mesmo número e DDD diferente”, contou o empresário ao site G1.

Diante da avalanche de chamadas, Faria descartou o uso do aparelho, seja para uso pessoal ou de trabalho. E decidiu, ao menos, dar uma função para a profusão de contatos acumulados no equipamento.

Ele passou a responder às mensagens dos fãs de Gusttavo Lima com pedidos de doações para projetos sociais diversos, como no caso das instituições que apoiam vítimas de enchentes.

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Após sucesso em 2021, anunciar no ‘BBB’ custa milhões

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Participar da casa mais vigiada do Brasil ficou mais caro para as marcas. Depois do sucesso de audiência em 2021, o Big Brother reajustou os preços de patrocínio acima da inflação, que fechou o ano em 10,06%, e chega à 22.ª edição com cotas custando até R$ 92 milhões, ou 17% a mais do que no ano anterior.

Entre as principais marcas do programa estão nomes como C&A, McDonald’s, Above, Avon e Americanas. A lista de estreantes inclui QuintoAndar, 99 e TikTok – o que mostra que o programa também atrai as companhias do mundo digital.

Com preços mais salgados que no ano anterior, os investimentos para participar dessa edição foram divididos em três cotas principais: Big (R$ 91,9 milhões), Camarote (R$ 69,6 milhões) e Brother (R$ 11,8 milhões), além de outras opções de menor valor. As informações constam de apresentação do programa ao qual o jornal O Estado de S. Paulo teve acesso.

A edição de 2021 foi considerada histórica, por registrar o maior índice de audiência dos últimos nove anos. Segundo a Rede Globo, 163 milhões de telespectadores e 4,7 milhões de internautas foram alcançados.

Para o consultor em marcas Luciano Deos, da consultoria GAD, após se renovar durante a pandemia, o reality show se consolidou como um dos principais eventos do calendário publicitário do País. “O BBB deixou de ser só um programa de TV e virou um fenômeno de popularidade”, afirma Deos.

Na nova temporada, as marcas também olham para o “burburinho” que a atração causa na internet. Para cuidar das sua ações dentro e fora de casa, a C&A escalou um time de cerca de 200 pessoas. Em sua terceira edição, a marca aderiu à cota Camarote, a segunda mais abrangente.

“Em 2021, o BBB tomou conta da nossa comunicação em todo o primeiro semestre. Foi um sucesso que queremos repetir”, diz o gerente de marketing da C&A, Fernando Sahb.

Na lista de patrocinadores da cota Brother, a Above – marca do grupo Baston – aumentou sua participação no BBB depois de cair na “boca do povo” na última edição.

“Agora tem mais gente perguntando do nosso produto e mais pontos de venda querendo vendê-lo”, conta o presidente da Baston, Gustavo Bacila.

De olho nessa visibilidade, a fintech imobiliária online QuintoAndar também chega ao Big Brother como patrocinador. O investimento faz parte do plano de expansão da companhia em território nacional.

Fora da lista de patrocinadores, algumas marcas tentam surfar na onda do programa. O Santander, por exemplo, lançou uma campanha no intervalo do Fantástico, estrelada por três ex-vencedores. “Para nós é uma oportunidade de visibilidade”, diz o diretor de marketing do banco, Igor Puga.

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