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Política

‘Caminhoneiros não querem esmolas’, diz Associação em nota, sobre ajuda de R$400

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A Associação Brasileira dos Condutores de Veículos Automotores (Abrava), que reúne categoria de caminhoneiros no País, criticou o anúncio de ajuda do governo federal para compensar o aumento do preço do diesel. “Os caminhoneiros autônomos brasileiros não querem esmolas. Auxílio no valor de R$ 400 não supre em nada as necessidades e demandas da categoria”, destaca a nota assinada pelo presidente do órgão, Wallace Landim “Chorão”.

O texto também reforça o “estado de greve” da categoria anunciado no último fim de semana e destaca a paralisação mantida para o próximo dia 1º. Nesta quinta-feira (21), durante transmissão semanal ao vivo, o presidente Jair Bolsonaro confirmou que o benefício prometido será de R$ 400 e atenderá 750 mil caminhoneiros. “Uma proposta que não resolve nada e é mais um ‘balão apagado’ para a categoria colecionar de promessas do governo que ajudou a eleger”, rebate o texto.

Segundo cálculos da associação, o valor corresponde a 3,15% das despesas mensais de combustível considerando, como exemplo, um trecho semanal trivial entre Catalão (GO) – anápolis (GO) – Araguari (MG) e rendimento médio de um quilômetro por litro de diesel. Entretanto, segundo Chorão disse ao EstadãoBroadcast, em média é possível que um caminhão carregado faça 2 km/l, trazendo o valor a 6,3% para o cenário calculado.

Para a associação, o auxílio não supre em nada as necessidades e demandas da categoria. “Queremos estabilidade dos preços dos combustíveis, um fundo de colchão para amenizar volatilidade, mudança na política de preços da Petrobras, aposentadoria especial a partir dos vinte e cinco anos de contribuição e, acima de tudo, queremos respeito e cumprimento da Lei do Piso Mínimo de Frete”, comunica o texto. “Não há razão para que o Governo Federal não atenda as reivindicações de que não deixou o país para traz e trabalhou para que nada faltasse a nenhum brasileiro”, completa.

Por Estadão Conteúdo

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Política

‘Eu vou ganhar a presidência da República, espera só para você ver’ afirma Ciro Gomes

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Presidenciável pelo PDT, ex-ministro Ciro Gomes, avaliou como ‘momentânea’ a queda nas intenções de voto e a perda da 3ª colocação nas pesquisas eleitorais desde a entrada de Sergio Moro (Podemos) na disputa. Em Portugal para participar de compromissos de pré-campanha, o pedetista avaliou o momento da corrida eleitoral ao site Sputinik Brasil.

Para ele, com a aproximação das eleições em outubro de 2022, seu eleitorado voltará a crescer ao perceberem que o ex-juiz é muito pior que o atual presidente.

“Pesquisa é retrato do momento, e a vida não é retrato, a vida é filme. O nível de atenção ao assunto eleições é nenhum no tempo presente. Portanto, elas tendem a revelar muito mais notoriedade do que adesão consolidada a essa ou àquela candidatura. E a notoriedade, no caso brasileiro, é uma variável da exposição da mídia, especialmente televisiva”, destacou Ciro sobre as pesquisas.

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Política

Ciro vai aumentar direitos trabalhistas se for eleito

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Caso Ciro Gomes seja eleito presidente no ano que vem, as mudanças recentes na legislação trabalhista brasileira poderão ser revertidas. É o que promete o cacique nacional do PDT, Carlos Lupi em vídeos nas redes sociais.

O partido irá perseguir o modelo original da CLT criada por Getúlio Vargas, com a carteira de trabalho, o décimo terceiro salário, as férias remuneradas e a organização sindical pro trabalhador.

O governo temer ainda em 2017 alterou mais de cem itens da Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT) dentre as medidas mais predatórias estão: a implantação do trabalho intermitente a terceirização irrestrita, permitiu que o negociado prevaleça sobre o legislado – ou seja, o trabalhador negocia com seu patrão em vez de ter seus direitos assegurados, na prática isso acabou com o acesso à Justiça trabalhista.

Com a falsa promessa de ser uma “vacina” contra a diminuição da oferta de vagas, a proposta de reforma atendeu a interesses do mercado financeiro e dos empresários, segundo o analista político Marcos Verlaine, do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap).

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Política

Gustavo Mendanha prepara “grande encontro da oposição”

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Principal nome que promete antagonizar com o governador Ronaldo Caiado (DEM) nas eleições de 2022, o prefeito de Aparecida, Gustavo Mendanha (ex-MDB), vai à Quirinópolis no próximo final de semana em um “grande encontro da oposição”. O ex-emedebista tem articulado em viagens no interior do estado fortalecer uma possível pré-candidatura ao Governo de Goiás, apesar de ainda não cravá-la.

“Eu acho que é uma missão que todos temos de ter principalmente no momento de retomada na política e no mundo empresarial. Precisamos buscar apaziguar. Eu busco a paz sempre principalmente com pessoas que convergem com o mesmo pensamento”, ponderou ao jornal Diario de Goiás.

Gustavo Mendanha pontuou que conseguiu reunir um time de políticos para articular como será a oposição em Goiás e o próprio classificou como “grande encontro”. “E nesse sentido tanto o Gilmar, grande líder, quatro mandatos como prefeito de Quirinópolis… O Paulo [Cezar Martins] que é deputado, cinco mandatos, grande líder da região. Conseguimos de fato, fazer uma união para fazer um grande encontro das oposições que vai contar com vereadores que não são ligados a nenhum dos lados. Vai ser não só um encontro suprapartidário com várias frentes que não só contará com líderes de Quirinópolis mas de toda a região”, destacou.

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